Giovanna Perciavalle · Psicóloga clínica · CRP 12/31607
Psicoterapia online para quem come para dar conta da emoção, perde o controle em alguns episódios ou passa o dia inteiro pensando em comida. Um trabalho sobre a relação com a comida e com o corpo — não mais uma dieta.
Atendimento 100% online · Adolescentes e adultos · Itajaí/SC


Quem vai te atender
Chegar na terapia já é um passo grande. Meu compromisso é que, daí em diante, o resto seja mais leve.
Um lugar onde você fala sem filtro e encontra escuta de verdade. Trabalho com Terapia Cognitivo-Comportamental porque ela é prática: não fica só na escuta, ajuda a entender por que certos padrões se repetem e a testar, aos poucos, outras formas de lidar com eles.
Olhamos para como pensamentos, emoções e comportamentos se alimentam, identificamos o que está gerando sofrimento e construímos estratégias que cabem na sua rotina. Atendo com foco em ansiedade, relacionamentos e brasileiros que vivem fora do país.
Meu papel não é te dar respostas prontas — é caminhar ao seu lado até você encontrar as suas.
Abordagem
Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC)
Formação
Cada trajetória é única. O processo se constrói a partir do seu contexto, não de um protocolo padrão.
Nada é forçado. A gente avança quando faz sentido para você, sem metas artificiais de prazo.
Sigilo absoluto e ausência de julgamento. O que você traz fica aqui.
Quem chega até aqui quase nunca chega por falta de informação sobre comida. Chega com o cansaço de saber o que fazer e não conseguir sustentar. Alguns dos relatos mais comuns:
Do primeiro contato ao trabalho conjunto com quem mais te acompanha.
Você me chama no WhatsApp e conta, do seu jeito, o que está acontecendo. Eu respondo pessoalmente e combinamos um horário.
Um encontro para entender sua história com a comida e com o corpo, o que já foi tentado antes e o que você quer que seja diferente.
Sessões semanais em que a gente mapeia os gatilhos, trabalha o que vem antes e depois de comer, e constrói outros recursos para os momentos difíceis.
Quando há médico ou nutricionista te acompanhando, o trabalho conversa com eles. Comportamento alimentar se cuida melhor em equipe.
Cada vez mais gente chega à terapia já em tratamento com medicamentos para obesidade, como os análogos de GLP-1 (semaglutida, tirzepatida). A psicoterapia não substitui nem concorre com esse tratamento — ela cuida da parte que o remédio não alcança.
Quem prescreve, ajusta dose e acompanha efeitos é o seu médico. Eu não prescrevo e não oriento medicação: trabalho a relação com a comida, com o corpo e com as emoções que aparecem no caminho.
A medicação pode reduzir a fome e silenciar o pensamento constante em comida. O que ela não faz é ensinar o que colocar no lugar, quando comer era o recurso para dar conta do dia.
Mudanças no corpo, na forma como os outros te olham e o medo de que tudo volte são temas frequentes — e legítimos. Eles cabem na sessão.
Não. Prescrição alimentar é trabalho do nutricionista, e eu não invado esse espaço. O que a gente trabalha é o que acontece antes e depois de comer: os gatilhos, as emoções envolvidas, a culpa, o ciclo que se repete e o que pode ocupar o lugar da comida.
Não dá para responder isso por texto, e desconfie de quem responde. O que costuma pesar na avaliação é a sensação de perda de controle durante o episódio, o sofrimento que vem junto e o quanto isso atrapalha sua vida — não a quantidade em si. Numa primeira conversa a gente entende melhor o seu caso.
É o nome que se popularizou para o pensamento constante e cansativo sobre comida, que ocupa a cabeça mesmo sem fome. Não é um diagnóstico, é uma descrição de experiência — e é uma queixa frequente, inclusive de quem já está em tratamento medicamentoso.
Faz, e é cada vez mais comum. O medicamento age sobre a fome; a terapia trabalha o que fazia comer quando não era fome. São frentes diferentes do mesmo cuidado, e funcionam melhor juntas do que separadas.
Com a sua autorização, sim. O trabalho em equipe costuma render mais, e o sigilo continua valendo: nada é compartilhado sem o seu consentimento, e você fica sabendo o que foi conversado.
Sim, com a autorização expressa de ao menos um dos responsáveis legais. O cuidado com comportamento alimentar na adolescência pede atenção redobrada e, em geral, acompanhamento também médico.
Não tem resposta honesta em número de sessões: depende da sua história, do que já foi tentado e do que aparece pelo caminho. O que dá para combinar desde o início é revisar junto, periodicamente, o que mudou e o que ainda incomoda.
Me chamando no WhatsApp. Não precisa ter clareza nenhuma sobre o que está acontecendo — organizar isso é parte do trabalho, não pré-requisito para começar.
Se a comida virou um assunto difícil, você não precisa resolver isso por conta própria antes de pedir ajuda. Me manda uma mensagem e a gente conversa sobre como seria começar.
Chamar no WhatsAppA psicoterapia não é um serviço de emergência, e o acompanhamento do comportamento alimentar costuma pedir também avaliação médica e nutricional — a terapia é uma parte desse cuidado, não o cuidado inteiro. Se você estiver em risco imediato, ligue para o CVV no 188 (gratuito, 24 horas) ou procure o pronto-socorro mais próximo.
+55 47 99236-2426
psicologa@giovannaperciavalle.com
Atendimento
Online, para adolescentes e adultos
Horários
Segunda a sexta, com agendamento prévio
Giovanna Perciavalle
Psicóloga · CRP 12/31607
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